O Bio nasceu de uma convicção clínica, não de um pitch deck. Da experiência de quem atendeu no posto de saúde, de quem acolheu pacientes na madrugada e de quem entende que tecnologia só vale se ampliar a capacidade de cuidar.
Os sistemas de saúde não falham por falta de médicos, hospitais ou tecnologia. Falham por ausência de coordenação. A demanda existe — está mal direcionada, fragmentada, invisível para quem precisa tomar decisão.
O Bio entrega uma infraestrutura de coordenação do cuidado em três camadas integradas: cuidado clínico 24h com equipes próprias de enfermeiros e médicos de família que conduzem cada queixa em estágios de resolução e acompanham a pessoa ao longo do tempo; um painel de inteligência que registra 100% da operação e responde em linguagem natural via BI conversacional; e uma camada de relacionamento que engaja e educa em saúde ao longo do ano. Para empresas que levam o bem-estar do time a sério — complementando o plano de saúde ou funcionando como benefício independente de alto valor.
#boramudarasaude
Desde 2018, todo dia, esse é o compromisso.O Bio é resultado de repertórios diferentes — clínico, assistencial e estratégico — que se cruzaram em torno de uma ideia incômoda: saúde sem coordenação custa caro demais e cuida de menos.
Carlos começou onde a saúde acontece de verdade: no posto. Atendeu, acompanhou famílias, integrou equipes de PSF e entendeu na prática o que os livros chamam de Atenção Primária — o modelo que, quando funciona, resolve a maior parte das demandas antes que elas virem custo.
Depois veio o outro lado. Passou por posições executivas em grandes operadoras e empresas de saúde, onde viu de perto como o sistema desperdiça recurso e fragmenta o cuidado. A distância entre o que ele sabia que funcionava e o que o mercado praticava se tornou insuportável.
Em 2018, a inquietação virou decisão. Carlos fundou o Bio para trazer a lógica da APS — coordenação, longitudinalidade, vínculo — para o universo da tecnologia, da escala e do impacto estratégico. Não para reinventar a saúde. Para organizar o que já se sabia, mas ninguém operava.
Gra é enfermeira e quem conhece saúde de verdade sabe: quem cuida é enfermeira. Antes de chegar ao Bio, passou por grandes empresas onde aprendeu a operar cuidado em escala — sem perder o que torna a enfermagem insubstituível: o olhar para a pessoa, não só para o quadro clínico.
No Bio, Gra lidera as equipes que já atenderam mais de um milhão de pessoas. Implementa jornadas de saúde, desenha linhas de cuidado e faz com que cada atendimento tenha acolhimento, continuidade e resultado. É a ponte entre o protocolo e o paciente.
O que ela trouxe para o Bio vai além da competência técnica. Trouxe a convicção de que saúde que não acolhe, não coordena. E que tecnologia sem humanização é só mais um sistema que ninguém usa.
Leo veio da publicidade, de grandes contas — onde aprendeu a transformar complexidade em experiência simples. UX, branding, estratégia de comunicação, gestão de produto: tudo o que faz uma plataforma ser usada (e não só contratada) passa pelas mãos dele.
No Bio, ele é o cérebro por trás da experiência. Da interface que o colaborador usa às 3h da manhã ao kit de comunicação que faz o RH ativar o benefício sem esforço. Da marca à arquitetura de dados que transforma atendimento em inteligência. Se funciona bem e parece simples, provavelmente ele está por trás.
Se juntou ao Carlos porque entendeu que saúde não tem problema de tecnologia — tem problema de design. De experiência. De fazer a coisa certa chegar na pessoa certa, do jeito certo, na hora certa.
Durante a aceleração no BNDES Garagem 2023, o Bio assumiu compromisso público com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU. Não como selo — como métrica de impacto operacional.
Reduzir mortalidade prematura por doenças não transmissíveis via prevenção, acompanhamento e promoção de saúde mental e bem-estar.
Reforçar prevenção e tratamento do abuso de substâncias, com acolhimento e monitoramento longitudinal.
Ampliar acesso a serviços de saúde essenciais e de qualidade para populações que hoje não são alcançadas.
Reforçar capacidade de alerta precoce, redução e gerenciamento de riscos de saúde em escala.
Uma conversa sobre o perfil do seu time, com dados reais e metodologia auditada.
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