Artigos sobre gestão de saúde, coordenação do cuidado, sinistralidade e o que funciona de verdade. Sem autopromoção — com evidência.
Fomos às leis em si, não só à linguagem. Duas normas têm dever de informar como o próprio ato exigido; as demais reforçam, sem substituir PGR, PCMSO ou parecer jurídico.
O pronto-socorro não está lotado porque as pessoas gostam de esperar 4 horas. Está lotado porque não existe outro caminho visível.
Telemedicina é um canal. Coordenação do cuidado é uma lógica. Confundir os dois é o erro mais caro da saúde corporativa.
O gestor de RH descobre que a sinistralidade explodiu quando recebe o reajuste. Mas o problema começou 12 meses antes.
Empilhar atestados na gaveta é uma estratégia. Compreender o que eles dizem é outra.
A diferença entre resolver um episódio e acompanhar uma pessoa é a diferença entre custo e investimento.
O enfermeiro não é um filtro. É o profissional mais qualificado para acolher, avaliar e decidir o próximo passo.
Se o seu fornecedor de saúde mede sucesso por número de consultas, ele está medindo atividade — não resultado.
Este não é um case de tecnologia. É um case de coordenação. A tecnologia foi o meio — o modelo clínico foi a causa.
Sem projeto de TI. Sem integração complexa. O cliente envia a base e, em 24 horas, os acessos estão liberados.
O plano de saúde tem a rede. O Bio organiza a demanda. Juntos, funcionam melhor do que separados.